Postagens com a tag ‘meio ambiente’



25/06/2012


Relatório Mudanças Climáticas, Vulnerabilidade e Mobilidade Humana é lançado na Rio+20 (ACNUR).

As mudanças climáticas e os desastres naturais aumentam a vulnerabilidade de solicitantes de refúgio, refugiados, apátridas e deslocados internos. Essa é a conclusão do relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) “Mudanças Climáticas, Vulnerabilidade e Mobilidade Humana”, lançado na quinta-feira (21/06) na Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.

As mudanças climáticas, diz o relatório, levam à escassez de água e alimentos, problemas na administração de campos e abrigos e intensificam os deslocamentos forçados. O documento do ACNUR pede que sejam criados novos fundos criativos, soluções sustentáveis e abordagens inovadoras para a proteção, mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

O órgão da ONU para refugiados estabeleceu como metas para a Rio+20 a promoção do uso eficiente de energia e de fontes renováveis em campos de refugiados. O reflorestamento desses campos também entraram na lista de objetivos.

O relatório lembra que pessoas que ultrapassaram fronteiras devido a razões ambientais não são consideradas refugiadas dentro da Convenção de Refugiados de 1951. A Noruega, Suíça, ACNUR e o Conselho da Noruega para Refugiados já lançaram a “Iniciativa Nansen” para que esses deslocados por motivos ambientais recebam proteção.

Para conferir o relatório completo, clique aqui.



24/06/2012


Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, e Administradora Geral do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) fecham acordo para criar Centro Rio+ durante a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável. (UNIC Rio / Diego Blanco)O Rio de Janeiro foi escolhido para sediar o Centro Mundial de Desenvolvimento Sustentável, apelidado de Centro Rio+, que vai dar continuidade aos diálogos e decisões tomadas na Rio+20. A Administradora Geral do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Helen Clark, e a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinaram na sexta-feira (22/06) o documento fundador do novo órgão.

De acordo com Helen Clark, o Centro Rio+ será o coordenador das ideias e ações da agenda política multilateral em torno do desenvolvimento sustentável. “Uma das formas de fazer as coisas da melhor forma é saber como os outros fazem melhor. No Centro Rio+ as informações sobre cooperação e melhores práticas sobre desenvolvimento sustentável serão centralizadas e apresentadas de forma integrada para serem discutidas e aplicadas por governos e sociedade civil”.

O Centro Rio+20, localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ilha do Fundão, será financiado por um fundo de doações voluntárias das entidades apoiadoras e já conta com cerca de 5 milhões de dólares em caixa. A Prefeitura da capital, o Governo estadual do Rio de janeiro, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e diversas ONGs também apoiam o Centro Rio+.



22/06/2012


Representantes e diretores de quatro importantes organizações dos cenários nacional e internacional declararam estarem desapontados com o documento final e os resultados das negociações da Rio+20. A declaração foi feita em conferência de imprensa nesta manhã (22/06), no Riocentro, por Sharan Burrow, Secretária-Geral da International Trade Union Conference (ITUC), Barbara Stocking, Chefe Executiva da Oxfam, Kumi Naidoo, Diretor Executivo do Greenpeace Internacional, e Rubens Born, Coordenador Adjunto do Vitae Civilis.

Sem ambição, sem metas, sem datas limites”, classificou Sharan Burrow ao definir o documento. “O que foi acordado aqui está carente de visão, carente de ação, carente de comprometimento”, completou.

Para Barbara Stocking, faltou uma liderança concreta que conduzisse melhor as negociações sobre os pontos polêmicos, sem a eliminação de tantas partes importantes. “Os mais pobres sofrem mais as consequências de tudo o que acontece hoje no mundo e acontecerá nos anos que virão. As pessoas estão temerosas e esse sentimento irá aumentar”, afirmou.

Kumi Naidoo endossou as palavras da colega da Oxfam, ao citar exemplos e as milhares de vidas perdidas todos os dias na África por causa da seca e outras calamidades. “Não é necessário criar novas plataformas, as soluções já existem e precisam estar interconectadas”, disse o diretor do Greenpeace. “Ecologia, pobreza e economia não podem ser tratadas de maneira separada, como ainda é feito hoje”, completou.

Nós dissemos ao Secretário-Geral da ONU que é necessário sensibilizar os governantes e empresários do mundo”, disse Rubens Born, em nome dos outros representantes no painel. “As pessoas não podem aguardar ações de seus líderes, precisam ser agentes de transformação em seu dia a dia”, completou.

Ouça o depoimento de Márcio Astrini, porta-voz do Greenpeace em português para a Rio+20:

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21/06/2012


O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, assinou na quinta-feira (21/06), durante a Rio+20, acordo de 3,5 milhões de dólares com o Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas. A assinatura ocorreu na Arena Socioambiental, espaco paralelo da conferência da ONU.

O objetivo do projeto é contribuir para o desenvolvimento rural sustentável da América Latina e Caribe, aumentando a capacidade dos países e da sociedade civil em desenvolver políticas públicas participativas de apoio à agricultura familiar campesina.

“Fortalecer o diálogo com a sociedade civil é muito importante para encontrar os consensos necessários para promover o desenvolvimento rural e a luta contra a fome”, disse o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva.

Meio ambiente

Na quarta-feira (20/06), Graziano também assinou termo de cooperação técnica no valor de 300 mil dólares com a Ministra do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira.

O projeto prevê o fortalecimento das políticas agroambientais nos países da América Latina e Caribe. O objetivo é promover o diálogo e o intercâmbio de experiências nacionais em políticas públicas da área.



21/06/2012


Novo Mapa Mundial de Políticas e Diagnósticos Nacionais de Iluminação destacam grande potencial de economia de energia. (Enlighten)Um total de cinco por cento do consumo global de eletricidade poderiam ser economizados todos os anos através de uma transição para formas de iluminação mais eficientes, resultando em poupanças anuais de 110 bilhões de dólares em todo o mundo.

Estes são alguns dos principais resultados dos 150 diagnósticos nacionais e do mapa mundial de políticas em iluminação eficiente, divulgados hoje (21/06) pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA) e parceiros.

Em alguns casos, os diagnósticos mostram que as economias financeiras e os benefícios em termos de mitigação das mudanças climáticas que podem ser alcançados através da eliminação gradual de iluminação incandescente em países em desenvolvimento e em países de renda média são muito mais significativas do que o sugerido por estudos anteriores.

Uma eliminação progressiva da iluminação ineficiente poderia gerar economias anuais de eletricidade equivalentes ao fechamento de mais de 250 grandes centrais elétricas a carvão, o que representa cerca de 210 bilhões de dólares de custos evitados em investimento. Além disso, as 490 megatoneladas (Mt) de redução de CO2 por ano são equivalentes às emissões de mais de 122 milhões de carros de tamanho médio.

No próximo mês, um grupo de 14 países-piloto tentará alcançar esses objetivos como parte do Programa de Parcerias para uma Eficiência Global, coordenado pelo PNUMA e outros parceiros.

Os países vão desenvolver programas nacionais de redução gradual de iluminação ineficiente com o apoio de especialistas da iniciativa en.lighten: uma parceria público-privada liderada pelo PNUMA e pelo GEF (Fundo para o Meio Ambiente Mundial, na sigla em inglês), em colaboração com a Philips Lighting, Osram AG, e o National Lighting Test Centre na China.

Mapa mundial de políticas

O novo mapa mundial de políticas, também produzido pela iniciative en.lighten, mostra em detalhes a situação das políticas de eficiência em iluminação ao redor do mundo.

Primeira ferramenta do tipo no setor da iluminação, o mapa on-line fornece uma visão geral das políticas de eficiência em matéria de iluminação e os êxitos obtidos, especificamente no setor residencial. As informações de cada país cobrem normas, selos de qualidade, políticas de apoio, atividades de controle de qualidade dos produtos e estratégias de fim de vida, assim como um ranking nacional em termos de desenvolvimento de políticas. O ranking será atualizado regularmente de acordo com os progressos realizados pelos países em vias de atingir uma transição sustentável para modelos de iluminação mais eficientes.



21/06/2012


Igualdade de gênero, expansão das oportunidades econômicas e empoderamento das mulheres e meninas. Estes são alguns dos principais assuntos incluídos no documento “O Futuro que as mulheres querem”, lançado em pela Entidade da ONU para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres, ONU Mulheres, durante a Conferência Rio+20.

Ouça aqui o áudio do evento:

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No evento Cúpula das Mulheres na Rio+20, realizada hoje (21/6), diversas mulheres Chefes de Governo, ex-Chefes de Governo, ativistas e homens que defendem a causa se encontraram no Riocentro para discutir os avanços nas políticas voltadas às mulheres e seu futuro. Entre as participantes da mesa estiveram presente a ex-presidenta do Chile e Diretora Geral da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, e a Presidenta do Brasil e da Rio+20, Dilma Rousseff.

Em sua declaração, Michele Bachelet afirmou que este é um momento histórico. “Hoje mulheres Chefes de Governo e ex-Chefes de Governo encontram-se para a mobilização em torno de uma agenda única, com o objetivo de usar nossa influência como líderes para avançar na equidade de gêneros, expansão das oportunidades econômicas e empoderamento das mulheres no contexto do desenvolvimento sustentável. Não podemos mais permitir que metade da população mundial [as mulheres] continue marginalizada, que não participe da economia e das decisões políticas. A iguadade não é mais uma opção, é uma necessidade”.

Em seu discurso, a Presidenta Dilma Rousseff disse que a Conferência apresenta a oportunidade e o desafio de incorporar o direito das mulheres como dimensão crucial e estruturante no processo de desenvolvimento sustentável. “Sem isso não atingiremos os objetivos que nos trazem ao Rio de Janeiro. As mulheres como geradoras de vida ocupam em todas as sociedades um papel especial e a preocupação com a consolidação da presença das mulheres na política e na economia deve nortear as iniciativas ligadas a cada um dos pilares do desenvolvimento social. Para alcançarmos a cidadania plena das mulheres ainda temos que enfrentar lutas antigas, em essencial o igual acesso a oportunidades de trabalho, remuneração e proteção social e, muitas vezes, na defesa física contra a violência”.

Acesse aqui o documento “O Futuro que as mulheres querem”.



21/06/2012


Em declaração na cerimônia de abertura da Assembleia Geral da Rio+20, a presidenta Dilma Rousseff, também presidenta da Conferência, afirmou que a recuperação da atual crise econômica mundial deve seguir o caminho do desenvolvimento sustentável e ser aplicada de forma global, respeitando as características de cada país.

“Os seres humanos devem estar no centro das discussões na Rio+20 e a crise internacional dá um significado especial à Conferência. Os atuais modelos de desenvolvimento são incapazes de suportar os desafios que temos. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) significam a criação de empregos, distribuição de renda, acesso a educação, saúde e segurança pública, a erradicação da pobreza, e são a melhor resposta pra as mudanças climáticas”, disse.

De acordo com Dilma, o Brasil tem dado exemplo de sustentabilidade. “Temos procurado fazer nossa parte, dando nossa atenção aos mais pobres. Adotamos fontes de energia sustentáveis – que hoje chegam a 45% de nossa matriz energética-, ampliamos as áreas de proteção ambiental. Estamos produzindo mais riquezas e desmatando menos”.



21/06/2012


Uma nova iniciativa internacional para acelerar a transição global para uma economia verde através da utilização ddo poder de mudança de mercados dos gastos de governos e autoridades locais foi anunciada na quarta-feira (20/09), na Rio+20, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e por parceiros.

Apoiada por mais de 30 governos e instituições, a Iniciativa de Contratação Pública Sustentável Internacional (SPPI) pretende aumentar o nível de gastos públicos dirigidos para bens e serviços que maximizem benefícios ambientais e sociais.

Estudos indicam que contratações públicas sustentáveis (SPP), que representam de 15 a 25% do PIB, oferecem uma oportunidade formidável para inovação e sustentabilidade verdes.

Exemplos em todo o mundo mostram que a contratação pública sustentável tem o potencial de transformar mercados, estimular a competitividade de eco indústrias , economizar, conservar recursos naturais e promover a criação de empregos.

No grupo de países da OECD, a contratação pública representa cerca de 20% do PIB (mais de US$ 4,733 trilhões anuais). Em países em desenvolvimento, a proporção pode ser ligeiramente maior.

Na Índia, por exemplo, as contratações públicas representam cerca de US$ 300 bilhões e espera-se que cresça mais de 10% ao ano nos próximos anos.

A política de compra verde do Japão tem contribuído para o crescimento das eco indústrias do país, com valor estimado em cerca de € 430 bilhões em 2010.
A cidade de Viena economizou € 44,4 milhões e mais de 100.000 toneladas de CO2 entre 2001 e 2007 com o programa EcoBuy.

A Europa pode economizar até 64% de energia, ou 38 TWh de eletricidade, com a substituição da iluminação pública por soluções mais inteligentes.

Em Hong Kong, a substituição de semáforos incandescentes por LED gerou uma economia de US$ 240.000 ao longo da vida útil dos módulos de LED, o que também permitiu uma economia anual de 7,88 milhões KWh de eletricidade e uma redução de 5.500 toneladas de emissões de CO2.

No Brasil, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação conseguiu economizar 8.800 m3 de água, 1.750 toneladas de detritos e 250 kg de compostos organohalogenados com a decisão de substituir cadernos convencionais por outros fabricados com papel reciclado em 2010.

A nova iniciativa de SPP tenta dar apoio à implementação global de contratações públicas sustentáveis através da promoção de um melhor entendimento dos seus benefícios e impactos e da facilitação de uma maior colaboração entre partes interessadas importantes.

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21/06/2012


O mundo precisa dar atenção urgente à manutenção e ao incentivo dos fundamentos ecológicos subjacentes que oferecem apoio à produção de alimentos, que enfrenta ameaças cada vez maiores pela ação humana, para ajudar a garantir a segurança alimentar de uma população em expansão, revela um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O relatório, Evitando a fome no futuro: Fortalecendo a base ecológica da segurança alimentar por meio de sistemas alimentares sustentáveis, aponta que a segurança alimentar deve envolver os serviços ambientais fornecidos pela natureza para que os sete bilhões de habitantes do planeta tenham o que comer; uma população que, segundo estimativas, deve chegar a nove bilhões em 2050.
Ineficiências ao longo da cadeia de suprimento alimentar complicam ainda mais o desafio, e o relatório salienta que estima-se que um terço da comida produzida para o consumo humano é perdido ou desperdiçado, somando 1,3 bilhões de toneladas anuais.

O debate sobre a segurança alimentar, até agora, está largamente focado na disponibilidade, no acesso, na utilização e na estabilidade como os quatro pilares da segurança alimentar, mal tocando na base de recursos e nos serviços do ecossistema que apoiam todo o sistema alimentar.

O relatório pretende aumentar a consciência sobre esses cruciais aspectos ambientais, os quais têm sido prejudicados pela pesca predatória, o uso insustentável da água e outras atividades humanas. Também molda o debate no contexto da economia verde, promovendo práticas de produção e de consumo de alimentos que assegurem a produtividade sem prejudicar os serviços do ecossistema.
“O meio ambiente tem sido mais como uma reflexão tardia no debate sobre segurança alimentar,” disse o cientista chefe do PNUMA, Joseph Alcamo. “Esta é a primeira vez que a comunidade científica nos dá um quadro completo de como a base ecológica do nosso sistema alimentar não apenas é instável, mas também está sendo realmente prejudicada.”

Enquanto aponta os desafios atuais, o relatório também oferece um caminho delineado para o estabelecimento dos fundamentos ecológicos e para o aprimoramento da segurança alimentar. Faz recomendações para reprojetar sistemas agrícolas sustentáveis, mudanças de dieta e sistemas de armazenamento bem como novos padrões alimentares para reduzir o desperdício.
“A era da produção aparentemente interminável baseada na maximização de insumos como fertilizantes e pesticidas, minando reservas de água doce e terra arável fértil, assim como os avanços ligados à mecanização, está chegando ao limite, se é que já não o atingiu”, disse Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA. “O mundo precisa de uma revolução verde, mas com V maiúsculo: uma revolução que compreenda melhor como se dá, de fato, o cultivo e a produção e alimentos em termos dos recursos naturais oferecidos por florestas, água doce e biodiversidade.”

O relatório, produzido em colaboração com outras organizações internacionais —incluindo o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO), o Banco Mundial, o Programa Mundial de Alimentação (PMA) e o Instituto de Recursos Mundiais (WRI) — faz uma abordagem holística da análise do sistema alimentar. Onze cientistas e especialistas escreveram o relatório, cobrindo muitas áreas distintas do conhecimento, incluindo padrões de consumo alimentar, produção agrícola, pesca marinha e de água doce.
Descobriram que, enquanto a agricultura fornece 90% do consumo calórico total do mundo, e que a pesca mundial é responsável pelos outros 10%, esses setores de apoio à vida enfrentam muitas ameaças, todas exacerbadas por forças subjacentes como crescimento populacional, aumento de renda e mudanças de estilo de vida e de alimentação relacionadas à urbanização.

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21/06/2012


As Nações Unidas contabilizaram na abertura da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, quarta-feira (20/06), 487 compromissos voluntários para a Rio+20. Eles vem sendo elaborados por parte da socidade civil e do setor privado em paralelo aos acordos oficiais do documento oficial da Conferência “O Futuro que Queremos”.

Entre os acordos anunciados, a Porta-Voz da Conferência, Pragati Pascale, divulgou 38 novos compromissos vindos do Fórum de Sustentabilidade Corporativa da Rio+20, organizado pelo Pacto Global. No total, já são 200 metas definidas pelo setor privado na Conferência.

550 milhões de toneladas a menos de gases prejudiciais

O Banco Asiático de Desenvolvimento fechou um compromisso de 1,75 bilhões de dólares com oito bancos multilaterais para financiar projetos de desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento até 2020.

Sobre transporte, a Associação Internacional em Transporte Público prometeu dobrar a presença de transporte público nas cidades até 2025. De acordo com cálculos da Associação, esse compromisso evitará a emissão de 550 milhões of toneladas de gases estufa.


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