PNUD reafirma importância de se ouvir os cidadãos para criação de uma nova agenda de desenvolvimento

27 de setembro de 2012 · Notícias
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Administradora do PNUD, Helen Clark. Foto: Paulo FigueiresA realização de uma consulta pública em mais de 50 países em desenvolvimento será parte de um processo global para assegurar que as opiniões dos cidadãos sejam consideradas na formulação de uma agenda para o desenvolvimento humano pós-2015, afirmou a Administradora do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), Helen Clark, nesta terça-feira (25).

“Esperamos que uma agenda de desenvolvimento pós-2015 seja estabelecida com metas ambiciosas, focadas em erradicar a pobreza em todas as suas dimensões e em promover um futuro sustentável, inclusivo e igualitário para todos”, declarou Clark durante o Painel de Alto Nível sobre a Agenda Pós-2015, data em que se encerra o prazo para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Para fortalecer o diálogo realizado no Painel de Alto Nível, o Grupo de Desenvolvimento das Nações Unidas está apoiando a organização de debates nacionais em pelo menos 50 países em desenvolvimento. Além disso, o PNUD vai abrigar em Nova York um escritório central das Nações Unidas com pesquisadores, representantes dos Estados-Membros e da ONU, para reunir ideias e as diferentes perspectivas para criar uma visão compartilhada para a agenda pós-2015.

“Embora as descobertas do Painel sejam muito importantes, as prioridades dos cidadãos, dos grupos da sociedade civil e de especialistas independentes devem também servir de subsídio para a criação de uma nova agenda”, explicou a Administradora do PNUD.

Desde a realização da Cúpula do Milênio em 2010, mais de 40 países estão se mobilizando para identificar e implementar ações para superar os gargalos e acelerar o progresso rumo ao alcance dos ODM. O Relatório da ONU “O Futuro Que Queremos” sobre a Agenda Pós-2015, lançado em junho de 2012, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), analisou experiências, considerou os impactos das tendências globais e propôs caminhos para uma nova agenda, destacando três princípios:  a redução das desigualdades, a promoção dos direitos humanos e o desenvolvimento sustentável.


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