Nova galeria de fotos do ACNUR mostra o sofrimento e a força de mulheres congolesas deslocadas e refugiadas

19 de dezembro de 2012 · Notícias
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Madarina, de 65 anos, e uma de suas netas no escritório da ONG Village Potters, no distrito de Kisoro. A filha de Madarina morreu durante o parto de um filho, que recebeu cuidados da Potters Village enquanto o ACNUR busca uma solução para a família. (ACNUR/ Frédèric Noy/ Novembro de 2012.)No incessante ciclo de violência que atinge o leste da República Democrática do Congo (RDC), pessoas em situação vulnerável são as mais afetadas, especialmente mulheres e crianças.

Apesar da preocupação do ACNUR em combater o abuso sexual e a violência de gênero, estes problemas não são fáceis de serem resolvidos. A Agência da ONU para Refugiados tem recebido dezenas de relatos de estupro e ataques contra mulheres cometidos na última onda de embates entre as forças do governo e tropas rebeldes, assim como praticados pelas milícias nas províncias de Kivu do Norte e Kivu do Sul.

O estupro nestas regiões é usado como arma de guerra.

O medo da violência física e psicológica força milhares de mulheres a buscarem segurança longe de casa ou além das fronteiras de seu país, como em Ruanda e Uganda. Muitas vezes, os maridos ficam para trás e elas se tornam responsáveis por garantir o sustento da família e por cuidar das crianças. As mulheres são a base da sociedade e as primeiras a sofrer quando os conflitos se aproximam das áreas residenciais.

As fotos a seguir foram tiradas recentemente na República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda por Frédèric Noy. Elas registram congolesas que foram obrigadas a deixar tudo para trás em busca de abrigo em lugares distantes de casa, esperando encontrar melhores condições de vida.

Apesar de muitas terem se acostumado às dificuldades, ainda têm esperança de que o futuro seja melhor para elas e suas crianças. E isso é inspirador para quem deseja ajudá-las.

Conheça um pouco da rotina destas mulheres em http://goo.gl/BQ5Dm


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