Mulheres devem ter acesso pleno aos métodos de prevenção do HIV e contraceptivos, diz UNAIDS

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Das 34 milhões de pessoas que vivem com HIV, cerca de metade é mulher. Na África Subsaariana, região mais afetada pela epidemia, quase 60% das novas infecções ocorrem em mulheres.

Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. (UNAIDS / B. Hamilto)As Nações Unidas reiteraram na quinta-feira (16/02) a necessidade de proporcionar às mulheres o acesso pleno aos contraceptivos e preservativos para prevenir gravidez indesejada e infecção por HIV.

“Enquanto uma série de contraceptivos protegem contra gravidez indesejada, apenas preservativos, masculinos e femininos, fornecem proteção dupla, parando a transmissão do HIV e prevenindo gravidez indesejada”, destaca comunicado do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

De acordo com o UNAIDS, das 34 milhões de pessoas que vivem com HIV, cerca de metade é mulher. Na África Subsaariana, a região mais afetada pela epidemia, quase 60% das novas infecções ocorrem em mulheres.

“Mulheres e garotas precisam ter acesso à mais ampla gama de contraceptivos e opções de prevenção do HIV. Estes serviços devem ser prestados de forma integrada por profissionais de saúde”, disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé.


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