Juiz espanhol não deveria ser processado ​​por fazer o seu trabalho, diz ONU

13 de fevereiro de 2012 · Notícias
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Porta-Voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville.(ONU/Jean-Marc Ferré)

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH),  demonstrou preocupação nesta última sexta-feira (10/02) com o julgamento do Juiz  Baltasar Garzón por investigar as atrocidades cometidas durante a guerra civil espanhola. Segundo a ONU, o país é obrigado pela lei internacional a investigar a violação dos direitos humanos no seu passado. “Juízes não devem ser sujeitos a processos criminais por fazerem seu trabalho”, afirmou o Porta-Voz do Alto Comissariado, Rupert Colville.

O juiz espanhol foi condenado na última quinta-feira (09/02) em um outro julgamento por autorizar escutas telefônicas ilegais, sendo suspenso por 11 anos do judiciário. Além disso, Garzón foi acusado de “exceder sua jurisdição” ao abrir investigação sobre os desaparecimentos durante o regime militar de Francisco Franco.

“A Espanha é obrigada a investigar, pela lei internacional, as sérias violações dos direitos humanos, incluindo aqueles cometidos pelo regime de Franco, processando e punindo os responsáveis”, ressaltou Colville.


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