Agência da ONU para Migrações, OIM, desenvolveu um aplicativo para ajudar migrantes de todo o mundo. De forma personalizada, o #MigApp envia notícias e alertas em função das necessidades e localização geográfica do migrante cadastrado – como programar sua viagem, se informar sobre visto e questões de saúde, comparar custos de remessa de dinheiro ao exterior, entre outras facilidades.

Agência da ONU lança aplicativo para apoiar migrantes em todo o mundo

Agência da ONU para Migrações, OIM, desenvolveu um aplicativo para ajudar migrantes de todo o mundo. De forma personalizada, o #MigApp envia notícias e alertas em função das necessidades e localização geográfica do migrante cadastrado – como programar sua viagem, se informar sobre visto e questões de saúde, comparar custos de remessa de dinheiro ao exterior, entre outras facilidades.

Acesse o aplicativo em www.iom.int/migapp.

Foto: Agência Brasil

FAO cria guia para reduzir pegada de carbono do cultivo de bananas

A banana é a fruta mais popular do planeta. Depois de começar a ser cultivada 7 mil anos atrás no Sudeste Asiático, sua variante mais popular, a Cavendish, conquistou o mundo inteiro e é particularmente importante para a segurança alimentar dos países tropicais e subtropicais.

No entanto, seu cultivo também tem custos ambientais. Dessa forma, o Fórum Mundial Bananeiro da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) elaborou um guia prático para reduzir a pegada de carbono e o consumo de água da produção da fruta na América Latina e no Caribe.

O comércio líquido de produtos agrícolas na América Latina alcançará 60 bilhões de dólares, uma valor três vezes mais alto do que o registrado em 2000. Foto: SMCS/Jaelson Lucas

FAO abre consulta com atores não governamentais sobre atividades na América Latina e Caribe

Até 28 de fevereiro, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) recebe contribuições da sociedade civil, setor privado e instituições acadêmicas para definir os rumos de suas atividades na América Latina e no Caribe. Organismos não governamentais estão convidados a participar de consulta online realizada pela agência da ONU para estabelecer prioridades ao longo do biênio 2018-2019.

Grandi tira foto com a síria Razan, que fugiu da Síria para o Líbano, onde conseguiu um visto humanitário para o Brasil. Foto: ACNUR

Agência da ONU elogia contribuições latino-americanas para Pacto Global sobre Refugiados

Após dois dias de reuniões em Brasília (DF), 36 países e territórios da América Latina e do Caribe aprovaram na terça-feira (20) uma série de contribuições ao Pacto Global sobre Refugiados, que será proposto em setembro deste ano à Assembleia Geral da ONU. O documento aprovado teve como base experiências e boas práticas regionais de proteção de refugiados, solicitantes de refúgio e apátridas.

O resultado da reunião foi elogiado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), que comemorou o compromisso renovado dos países e territórios da América Latina e do Caribe com a proteção e a busca de soluções para essas populações.

Unidade Materno Infantil do Presídio Tavalera Bruce, que recebe mulheres privadas da liberdade acompanhadas de seus bebês, desde o nascimento até um ano de idade. Foto: Agência Brasil/Tânia Rego

ONU elogia decisão do STF de conceder prisão domiciliar a mães e grávidas presas

Em nota divulgada na quarta-feira (21), a representação da ONU Mulheres no Brasil elogiou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder um habeas corpus coletivo para todas as mulheres grávidas e mães de crianças de até 12 anos em situação de prisão preventiva. A medida contempla as detentas provisórias, que aguardam um veredicto dos tribunais. Agora, elas poderão esperar a decisão do Judiciário em casa, em regime de prisão domiciliar.

Fábrica da Natex, produtora de preservativos à base de látex natural, receberá visita de equipe do UNFPA. Foto: SECOM

Fundo de População da ONU debate oferta de produtos de saúde sexual e reprodutiva na América Latina

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participa nesta semana de um encontro em Lima para discutir os desafios da América Latina em adquirir métodos contraceptivos e outros produtos de saúde sexual e reprodutiva. Até amanhã (22), a agência da ONU acompanha debates com delegações do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru. Evento visa capacitar servidores públicos para melhorar processos de compra de materiais médicos.

Refugiado malinês, treinado pelo Projeto Design for Peace Artisan, trabalha em sua criação. Foto: ACNUR/6M Productions

Artesanato feito por refugiados é destaque em feira da Alemanha

Móveis customizados, joias, sacolas bordadas. Esses são alguns dos produtos vendidos na feira comercial mais importante da Alemanha. Não são produtos artesanais comuns. Para os refugiados que os criaram, podem ser a chave para uma nova vida em segurança.

Com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), artesãos deslocados de 11 países apresentaram seus produtos na feira anual Ambiente, que aconteceu no início de fevereiro em Frankfurt.

De barco, mulheres e crianças chegam a Sebagoro. Foto: ACNUR/Michele Sibiloni

Para escapar do conflito armado, refugiados congoleses buscam segurança em Uganda

Com a ajuda de seu filho, Jack Bandinga está arrumando seus pertences na costa ugandense do Lago Alberto: “vimos corpos no chão”, relembra. “As pessoas foram cortadas a machadadas. Estas são as coisas que testemunhamos”.

Jack teve sorte de ter escapado da violência em Toregesi, na província de Ituri, nordeste da República Democrática do Congo (RDC). Após se esconder no mato por dois dias, ele, sua esposa e seus quatro filhos chegaram a Uganda, após atravessarem o lago a bordo de um barco de pesca em uma viagem perigosa de cinco horas. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Realizado pela ONG Repórter Brasil em parceria com a SEDUC e com apoio da OIT e do MPT, o projeto tem como objetivo promover a discussão sobre o tema do trabalho escravo na rede estadual de ensino do Maranhão. Foto: OIT

Escolas do Maranhão desenvolvem atividades de prevenção ao trabalho escravo

Realizado pela ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) do Maranhão e com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT), o projeto “Escravo, nem pensar!” é focado na prevenção ao trabalho escravo e já está em sua segunda edição.

Por meio da iniciativa, escolas da rede estadual desenvolverão este ano atividades de prevenção ao trabalho escravo com alunos e pessoas da comunidade. O Maranhão é o principal estado de origem de trabalhadores resgatados do trabalho escravo no Brasil.

No Moçambique, a agricultura familiar é uma fonte de renda importante para as mulheres. Foto: PMA / Molly Slotznick

ONU defende acesso a meios de produção e incentivos públicos para agricultores familiares

Em reunião na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, pediu mais apoio para os agricultores familiares, responsáveis pela produção de mais de 80% da comida consumida no planeta. Governos devem garantir acesso a recursos e incluir pequenos produtores em programas de compras públicas.

Issam se distrai com um iPad ao lado da mãe, Badriyeha, antes de entrar em cirurgia no Hospital Sacre Coeur. Foto: ACNUR/Sam Tarling

Cirurgia restaura audição e esperança de jovens irmãos sírios no Líbano

Em junho de 2017, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), organizou a visita da jornalista libanesa Rima Maktabi ao assentamento no Líbano onde moravam dois meninos sírios com deficiência auditiva. Um vídeo da jornalista interagindo em Libras com as crianças viralizou na Internet, tendo como resultado a oferta da Cruz Vermelha do Kuwait de pagar mais de 50 mil dólares em custos de cirurgias para eles. Leia o relato completo.

Mobilização online com vlogueiras negras foi uma das ações digitais inovadoras da ONU Mulheres em 2017 para afirmar o protagonismo das mulheres negras e a priorização delas nas agendas globais das Nações Unidas. Foto: ONU Mulheres/Mara Silva

ONU Mulheres apresenta ações de comunicação em defesa dos direitos das mulheres

Representante da ONU Mulheres apresentou práticas da organização para engajar usuários na promoção de uma Internet com mais respeito e diversidade no Brasil, durante o evento Hub Dia Mundial de Internet Segura 2018, promovido pela organização não governamental Safernet em São Paulo no início de fevereiro (6).

A agência da ONU apresentou maneiras de promover mobilizações online e conteúdos colaborativos sobre direitos das mulheres. Com o tema “Crie, conecte e compartilhe respeito”, o encontro reuniu as principais organizações da sociedade civil, empresas de tecnologia e iniciativas para tornar a Internet mais inclusiva.

Adriana Carvalho, gerente dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, fala da necessidade de investimentos em meninas nas áreas de ciência e tecnologia. Foto: ONU Mulheres/Amanda Talamonte

ONU defende aumentar participação de mulheres em ciência e tecnologia

A ONU Mulheres, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a empresa de análise para decisões de crédito Serasa Experian promoveram no início de fevereiro (5) evento em São Paulo para discutir formas de aumentar a participação das mulheres e meninas na ciência e na tecnologia.

Em 2017, a ONU Mulheres fez o alerta global de que as mulheres estão fora dos principais postos de trabalho gerados pela revolução digital. Elas têm somente 18% dos títulos de graduação em Ciências da Computação e são, atualmente, apenas 25% da força de trabalho da indústria digital.

Yiech Pur Biel em cerimônia da trégua olímpica em PyeongChang. Atleta carrega mensagem com dizeres "Eu amo a paz". Foto: ACNUR/H. Shin

Atleta refugiado leva mensagem de paz às Olimpíadas de Inverno

“A paz é fundamental para tudo o que um Estado pode fazer”, disse o atleta refugiado Yiech Pur Biel em palestra na Coreia do Sul sobre a ONU e os valores olímpicos. “Uma pessoa precisa de muitas coisas – abrigo, comida, água, educação e serviços médicos – para sobreviver, mas o que todos eles significam sem paz? Como um refugiado que teve que fugir de um país em conflito, eu sei o quão importante é a paz.”

Celebrações do Dia Mundial do Rádio em 2014. Foto: Flickr (CC)

Em Dia Mundial do Rádio, ONU celebra transmissões de eventos esportivos

O ano de 2018 será marcado por grandes eventos esportivos que têm a capacidade de unir corações e mentes de pessoas de todo o mundo. Levando isso em consideração, o tema para o Dia Mundial do Rádio 2018, lembrado em 13 de fevereiro, é “Rádio e Esportes”.

No Brasil, rádios, atletas, a representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Ministério dos Esportes se uniram na missão de mostrar a beleza dos esportes em toda a sua diversidade por meio da radiodifusão.

A alta representante da ONU para assuntos de desarmamento, Izumi Nakamitsu, fala ao Conselho de Segurança. Foto: ONU/Manuel Elias

Oficial da ONU pede resposta a evidências sobre uso de armas químicas na Síria

A evidência de uso ou utilização provável de armas químicas proibidas na Síria deve ser respondida com uma atitude significativa no Conselho de Segurança, disse a chefe de assuntos de desarmamento das Nações Unidas na segunda-feira (5).

Denúncias do suposto uso de armas químicas continuam surgindo, incluindo no último fim de semana na cidade de Saraqeb. De acordo com a imprensa internacional, nove pessoas foram tratadas com problemas de respiração depois que uma bomba cheia de gás tóxico teria sido jogada na cidade, controlada por opositores ao governo de Bashar al Assad.

Agências da ONU promovem ação de Carnaval sobre prevenção, direitos sexuais e reprodutivos

O que #ÉbomSaber para curtir um Carnaval de forma saudável e protegida? Desde quarta-feira (7), diversas dicas sobre prevenção, saúde e direitos sexuais e reprodutivos começam a ser veiculadas nas redes sociais com o objetivo de incentivar a disseminação de informações importantes para foliões e foliãs.

Ao longo de duas semanas, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), com apoio das redes sociais da ONU Brasil, irão divulgar vídeos e conteúdos interativos em forma de quiz e enquetes, como parte da iniciativa #ÉbomSaber.

Ali e Rozh, do Iraque, trabalham como voluntários em um banco de alimentos de Viena. Foto: ACNUR/Andras D Hajdu.

Refugiados iraquianos na Áustria trabalham como voluntários no combate à pobreza

Em uma manhã fria em uma propriedade industrial de Viena, na Áustria, Ali e Rozh checam as caixas de vegetais doados. Os dois solicitantes de refúgio, ambos do Iraque, não procuram comida para si. Eles são voluntários em um banco de alimentos que combate o desperdício e distribui comida excedente a pessoas pobres no país. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

“Estamos felizes em usar nosso tempo para o bem”, diz Ali Majid Abdul Razzaq Al Khalid, de 32 anos, veterinário de Diyala, leste do Iraque. “Há refugiados pobres, mas há também austríacos pobres que vivem na rua. Isso foi um choque para nós quando chegamos aqui — ver pessoas pobres na Europa, em uma terra supostamente rica”.

Refugiados recém-chegados do Sudão do Sul contam ao chefe do ACNUR, Filippo Grandi, e ao chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, as razões de sua fuga. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Crise de refugiados do Sudão do Sul deve se tornar a maior do mundo este ano, alerta ONU

O alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, e o coordenador de ajuda de emergência, Mark Lowcock, lançaram na quinta-feira (1) um apelo para arrecadar 1,5 bilhão de dólares para ajudar refugiados forçados a deixar a grave situação humanitária no Sudão do Sul, e 1,7 bilhão de dólares para atender as necessidades da população do país.

Com o conflito chegando a seu quinto ano, aproximadamente 2,5 milhões de sul-sudaneses foram forçados a deixar o país em direção a cinco nações vizinhas — Uganda, Quênia, Sudão, Etiópia, República Democrática do Congo e República Centro-Africana. O conflito e a insegurança já forçaram uma em cada três pessoas a se deslocar – seja dentro do Sudão do Sul ou para além de suas fronteiras. Dentro do país, 7 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária.

Refugiados que fugiram da violência na República Democrática do Congo descansam em centro de recepção em Uganda. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch.

ONU alerta para aumento da violência na República Democrática do Congo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) disse na segunda-feira (5) estar preocupada com o recente aumento de violência no leste da República Democrática do Congo (RDC), que tem forçado um grande número de congoleses a se deslocar para o leste, em direção a países como Burundi, Tanzânia e Uganda.

A situação na República Democrática do Congo piorou em virtude do recrudescimento dos conflitos locais. No início de 2018, existiam cerca de 5 milhões de congoleses deslocados: aproximadamente 674.879 refugiados em outros países africanos e cerca de 4,35 milhões de deslocados internos.

Latifatou Compaoré , de 14 anos, foi salva da mutilação genital feminina por sua mãe, uma vítima dessa prática que se recusou a deixar sua filhar ser submetida ao procedimento. Foto: UNFPA/Luca Zordan

Cerca de 68 milhões de meninas e mulheres sofrerão mutilação genital até 2030, diz Fundo de População da ONU

Caso nada seja feito, as estimativas atuais de 3,9 milhões de meninas mutiladas por ano subirão para 4,6 milhões. Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou dados atualizados sobre essa forma de violência nesta terça-feira (6), Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

Data mobilizou dirigentes da ONU, como o secretário-geral António Guterres, a enviada para Juventude, Jayathma Wickramanayake, e a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, que condenaram a prática.

Membros do Conselho Consultivo do UNFPA. Foto: UNFPA/Débora Klempous

Fundo de População das Nações Unidas no Brasil empossa Conselho Consultivo

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) empossou oficialmente na semana passada (31) em São Paulo seu Conselho Consultivo, grupo formado por 14 profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente nas áreas em que atuam.

O principal objetivo do Conselho é constituir um espaço plural, de incentivo e apoio à identificação, articulação e proposição de estratégias, parcerias e soluções inovadoras para o UNFPA.

Segundo a OIT, as dificuldades de acesso às políticas públicas, especialmente educação e outros direitos, aumentam a situação de vulnerabilidade social dos trabalhadores. Foto: EBC

OIT pede apoio socioeconômico a resgatados de trabalho escravo no Brasil

Dados extraídos do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil mostram que quase 2% dos trabalhadores resgatados de situações análogas à escravidão no país nos últimos 15 anos foram vítimas desse crime ao menos duas vezes.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o retorno ao ciclo de escravidão é maior entre aqueles com baixo grau de instrução — a taxa entre analfabetos é duas vezes maior.

Tal cenário aponta a necessidade de fortalecimento de medidas de apoio socioeconômico aos resgatados, de acordo com a agência das Nações Unidas.

Meninos e meninas da equipe de futebol de La Victoria se sentem orgulhosos de suas conquistas dentro e fora de campo. Foto: ACNUR/ Regina de la Portilla

Colombiano cria escola de futebol em comunidade afetada por conflito armado

Com apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), colombiano criou uma escola de futebol em La Victoria, sul da Colômbia, para engajar meninos e meninas com os esportes e evitar que eles sejam recrutados para atividades ilegais, em uma comunidade fortemente afetada pelo conflito armado.

Após assinar histórico acordo, a Colômbia passa por um processo de construção da paz que visa a encerrar 52 anos de conflito que matou mais de 220 mil pessoas e deslocou mais de 7,6 milhões de colombianos.

Campanha aborda diferenças entre paquera e assédio. Imagem: SPM-BA/ONU Mulheres

Com apoio da ONU, Bahia faz campanha contra a violência de gênero no Carnaval

“Cantada pode, assédio não. Olhar pode, constranger não. Na boa pode, à força não”. A diferença entre o assédio e a paquera saudável é o mote da campanha Respeita as Mina, criada pelo governo da Bahia para o Carnaval 2018. Iniciativa é da Secretaria estadual de Políticas para as Mulheres em parceria com a ONU Mulheres Brasil. Estratégia promoverá ações de conscientização e terá apoio do trio Respeita as Mina, puxado pelas baianas Pitty, Larissa Luz e Karina Buhr.

Conselho Gestor do Programa Nacional de Voluntariado reuniu-se na Casa da ONU, em Brasília. Foto: PNUD Brasil/Gabriela Borelli

Conselho Gestor de programa nacional de voluntariado inicia atividades

O governo brasileiro, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), promove o Viva Voluntário — Programa Nacional de Voluntariado, com o objetivo de valorizar e promover as atividades voluntárias no Brasil.

A primeira reunião do Conselho Gestor ocorreu na quarta-feira (31) na Casa da ONU, em Brasília. Na ocasião, o grupo debateu o regimento interno e definiu seu plano de trabalho para 2018.

A estimativa é de que existam cerca de 7 milhões de trabalhadoras e trabalhadores domésticos no Brasil. Foto: EBC

Brasil ratifica Convenção 189 da OIT sobre trabalho doméstico

O governo brasileiro depositou na quarta-feira (31) no escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) o instrumento formal de ratificação da Convenção número 189 sobre trabalhadoras e trabalhadores domésticos.

Para a OIT, a ratificação da Convenção nº 189 representa um passo importante que apoia uma série de medidas tomadas pelo governo brasileiro no sentido de fornecer proteções fundamentais aos trabalhadores domésticos.

A estimativa é de que existam cerca de 7 milhões de trabalhadoras e trabalhadores domésticos no Brasil — mais do que em qualquer outro país do mundo. A maior parte é mulher, indígena e afrodescendente.

Tosha e seu bebê, Marian: "a vida está difícil, mas me sinto muito grata pela assistência do ACNUR e dos trabalhadores do centro médico”. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Com poucos recursos, hospital em campo de refugiados na Tanzânia salva vidas

A pequena Marian tem apenas 30 segundos de vida. Envolvida em um fino xale ao lado da mãe, deitada em uma cama de ferro, ela nasce já enfrentando dificuldades.

Sua mãe, Tosha Sangan, de 32 anos, foi forçada a deixar a violência da República Democrática do Congo (RDC) há 15 anos, encontrando segurança no campo de refugiados improvisado de Nyarugusu, na Tanzânia. O hospital no qual elas foram atendidas está em situação precária por falta de recursos. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Salina Abraham, presidente da Associação Internacional de Estudantes de Silvicultura, na abertura do Fórum da Juventude. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Países só cumprirão metas da ONU com participação dos jovens, dizem dirigentes

Se os países não incluírem os jovens em processos decisórios nem acompanharem as mobilizações contra a pobreza, as mudanças climáticas e as desigualdades, a juventude pode acabar “deixando para trás” as instâncias internacionais de governança, como a ONU. O alerta é de ativistas, lideranças comunitárias e também dirigentes das Nações Unidas, que participaram na terça-feira (30) da abertura do Fórum da Juventude do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC).

Salim teve que deixar a capital da Síria, Damasco, devido à guerra. Refugiado no Brasil há três anos, hoje ele atua em sua área de formação profissional. Foto: ACNUR/Gabo Morales.

ONG apoia revalidação dos diplomas de refugiados sírios no Brasil

Parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a organização não governamental Compassiva tem apoiado refugiados sírios na revalidação de seus diplomas quando chegam ao Brasil, com o objetivo de ajudá-los a retomar suas carreiras.

“Não é apenas um pedaço de papel”, diz André Leitão, presidente executivo da Compassiva. “Revalidar o diploma é o primeiro passo para que essas pessoas possam recuperar a sua dignidade, sua identidade”.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Tema do Dia Internacional da Mulher deste ano celebra ativistas rurais e urbanas

A ONU Mulheres anunciou na quarta-feira (30) que o tema do Dia Internacional da Mulher deste ano é “o tempo é agora: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres”. Em 2018, o 8 de março ocorre em meio a um movimento global sem precedentes por direitos, igualdade e justiça. Assédio sexual, violência e discriminação contra as mulheres capturaram as atenções e o discurso público, com crescente determinação em favor da mudança, disse a agência da ONU.

Mãe e filha em centro de saúde apoiado pelo UNFPA. Agência presta serviços de saúde reprodutiva, sexual, materna e neo-natal. Foto: UNFPA Namíbia/Emma Mbekele

Fundo de População das Nações Unidas no Brasil dá posse a Conselho Consultivo

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), agência da ONU especializada em demografia, juventude e saúde sexual e reprodutiva, realiza na próxima quarta-feira (31) evento oficial em São Paulo para dar posse a seus conselheiros e conselheiras. O encontro é fechado ao público.

O Conselho Consultivo é formado por 14 pessoas reconhecidas nacional e internacionalmente nas áreas em que atuam. Seu principal objetivo é constituir um espaço plural, de incentivo e apoio à identificação, articulação e proposição de estratégias, parcerias e soluções inovadoras para o Fundo de População da ONU.

Colheita de soja em fazenda localizada no município mato-grossense de Rondonópolis, um dos principais pólos produtivos do país. Na década de 1990, a cidade chegou a ser denominada capital nacional do agronegócio Foto: EBC/Roosewelt Pinheiro

FAO: agricultura amorteceu crescimento fraco da economia brasileira

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, defendeu nesta semana (23) o papel central do setor agrícola para as atividades produtivas do Brasil. Em 2017, a colheita de grãos do país alcançou a marca de 232 milhões de toneladas. Em um ano de fraco crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a agricultura funcionou como um “amortecedor” para a economia nacional.