Chefe das Nações Unidas para Assuntos Humanitários pede apoio do Brasil para ação humanitária mundial

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Encontros com autoridades, ONGs e empresas teve objetivo de fortalecer a parceria entre Brasil e Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).

A Subsecretária-Geral das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, Valerie Amos, terminou na terça-feira (03/04) sua primeira visita oficial ao Brasil com o objetivo de fortalecer a parceria entre o país e o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).

Durante sua visita de três dias, Valerie Amos se encontrou com Ministros do Governo Federal e outras autoridades, incluindo o Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota; o Ministro da Defesa, Celso Amorim; e o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, para discutir oportunidades para fortalecer a relação entre o Brasil e as Nações Unidas.

“Estou particularmente interessada em como melhor compartilhar a experiência brasileira na preparação para desastres e na segurança alimentar com outros países da região e do mundo”, informou Amos. Em Brasília, ela também se encontrou com representantes do Sistema das Nações Unidas para discutir os esforços da ONU no país e as oportunidades para fortalecer os temas de coordenação.

No Rio de Janeiro, Valerie Amos se reuniu com representantes do Governo do Estado incluindo o Subsecretário de Relações Internacionais, Pedro Jorge Spadela, e o Chefe da Defesa Civil, Coronel Sérgio Simões. Ela expressou o comprometimento das Nações Unidas para colaborar com o Brasil na preparação e e resposta a emergências humanitárias.

Amos também se reuniu com representantes de organizações não governamentais e de empresas para trocar experiências sobre como a sociedade civil e o setor privado podem continuar contribuindo com suas experiências para apoiar as pessoas necessitadas em países da América Latina, da África e do Oriente Médio.

O Brasil é globalmente conhecido como defensor na proteção de civis e de prevenção de desastres. “Espero uma colaboração mais próxima e rica com o Brasil nos próximos anos”, finalizou a Subsecretária-Geral.


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